Pode-se dizer que o Senado Federal está vivendo o que os especialistas em política chamam de "Demo", de "Demoniocracia", um termo que define a onda de denuncias que assolan o Senado Federal há aproximadamente quatro meses e vem sendo a pauta central das discussões no Senado. O presidente da casa, José Sarney, tem se defendido de todas formas dos vários escândalos contra ele, dizendo que a crise do Senado não é culpa dele e sim do próprio Senado, se referindo às denúncias de edição de mais de 1000 votos secretos no próprio Senado, além de outros atos chamados de Ator Secretos, os quais, ele mesmo afirma desconhecer.
Alguns destes votos secretos beneficiariam os seus próprios parentes. Contudo, Sarney ainda se acha injustiçado, por não levarem em conta o seu passado e ao criticá-lo pela contratação de parentes, o que para ele, é algo natural e praticado por outros senadores.
"Acho que não posso ser julgado, e uma injustiça o país julgar um homem como eu", reclama, Sarney.
Mas nem todos estão de acordo com o que o presidente do Senado acredita ser normal, e, contradizendo a opinião de José Sarney, o aluno do 8º período de jornalismo da Faculdade Estácio de Sá, Wagner Fernandes, acredita que a crise é apenas a ponta do Iceberg, pois coisas piores estão enraizadas na cultura política do Senado, e não vê solução, a não ser que se faça uma reforma política além da conscientização do povo. "É, sem dúvidas, preciso reformular as práticas polícas nesse país, e acompanhando esse processo revolucionário, o povo deve conscientizado, sobretudo responsável pelo seu maior ato de cidadania, o voto.", explica o estudante.
Para a aluna aluna de jornalismo, também do 8º período da mesma faculdade,
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
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